O cidadão RIVADÁVIA ALVES CABRAL descendente de uma família politica de tradição no Estado,
filho do casal ANTÔNIO SIQUEIRA CABRAL e CECILIA
ALVES, sendo uma pessoa de boa relação social e bens melhorados de vida na
pacata vila de Santa Luzia, sendo amigo fiel e solidário ao deputado OLAVO LACERDA MONTENEGRO, ganhou a
confiabilidade de ter seu nome indicado como interventor após a emancipação de
Carnaubais, fato ocorrido por intermédio do decreto 2.927 de 19 de setembro de
1963, sancionado pelo Governador ALUÍSIO ALVES
Sendo OLAVO LACERDA
MONTENEGRO amigo intransigente do governador ALUIZIO ALVES, anulou a 1ª votação da separação de Carnaubais do
Assú, proposta requerida pelo deputado Ângelo Varela, adversário ferrenho do
governador.
ALUÍZIO ALVES para provar sua lealdade à OLAVO LACERDA, que foi um dos seus
baluarte na vitória da campanha da cruzada da esperança, vetou o projeto
original do seu desafeto e ordenou Olavo entrar com novo requerimento que sua
bancada na assembleia daria aprovação.
Depois de 5 meses da emancipação política, separando os interesses públicos de Carnaubais da cidade do Assú, no dia 7 de fevereiro de 1964, o deputado varzeano, emancipador do município com o prestigio que tinha no governo ALUIZIO ALVES emplacou a nomeação do seu afilhado.
RIVADÁVIA ALVES teve um ano de mandato, até que
ocorresse a primeira eleição realizada no dia 24 de janeiro 1965, quando foram
eleitos VALDEMAR CAMPIELO MARESCO,
para prefeito e JOÃO BENIVIDES SOBRINHO,
para vice prefeito e posse do eleito em 31 de janeiro de 1965.
Assim aconteceu e Olavo que pretendia ver o irmão JOÃO BATISTA LACERDA MONTENEGRO,
candidato na primeira eleição
constitucional, indicou o fiel amigo RIVADÁVIA
ALVES como primeiro mandatário do município na condição de interventor.
RIVADÁVIA ALVES foi o tipo do governante, que
se satisfazia apenas com o pomposo titulo de prefeito. Não mexia uma palha, sem
ouvir a palavra final Olavo: secretários, servidores da prefeitura e da
câmara municipal, todos eles passava pelo crivo da aprovação do seu
padrinho: que orientado por Juca Benevides e Ezaú Martins e Antônio Lima de
Albuquerque que era vereador a aliado (Limeira) - casavam e batizavam dentro da
prefeitura.
A Rivadávia cabia o recebimento do bom salário de
prefeito e assinatura da parte documental.
FONTE
-/ALUIZIODECARNAUBAIS.BLOGSPOT.COM

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